Otoplastia

Correção da Orelha em Abano

A orelha em abano é a deformidade mais freqüentemente encontrada entre os portadores de malformações desse órgão. Em alguns casos a orelha não se desenvolve por completo, havendo casos mais raros de ausência total da orelha (agenesia auricular total ). A Cirurgia Plástica dispõe de técnicas, que permitem a correção da orelha em abano ou otoplastia estética, com o objetivo de permitir que o paciente apresente orelhas com aspecto normal e sem cicatrizes visíveis.

Na maioria das vezes a orelha em abano é uma defeito do desenvolvimento em que uma falha na dobra da cartilagem auricular impede que a mesma assuma posição normal, próxima ao crânio, provavelmente devida à fraqueza dos músculos da orelha.

Questões Importantes

A CIRURGIA DA ORELHA EM ABANO DEIXA CICATRIZ?

A cicatriz desta cirurgia é praticamente invisível, por localizar-se atrás da orelha, no sulco formado por esta e o crânio. Além do mais, como se trata de região de pele muito fina, a própria cicatriz tende a ficar “quase imperceptivel”.

QUAL O TIPO DE ANESTESIA?

Crianças: geralmente, anestesia geral.

Adultos: anestesia local (ou a critério).

HÁ PERIGO NESTA OPERAÇÃO?

O perigo não é maior ou menor que aquele de se viajar de automóvel, avião ou mesmo o simples atravessar de uma rua. São riscos do quotidiano, os quais estamos acostumados a enfrentar.

HÁ DOR NO PÓS-OPERATÓRIO?

Geralmente não. Quando houver a intercorrência de discreta dor, poderemos combatê-la com analgésicos comuns.

COMO É O CURATIVO?

Nos primeiros dias, geralmente usa-s o que costumamos chamar de “capacete”, em seguida, retiramos e utilizamos apenasuma faixa do tipo “tenista” ou “bailarina”, a fim de evitar traumatismos locais.

EM QUANTO TEMPO SE ATINGIRÁ O RESULTADO DEFINITIVO?

Assim que se retira o curativo já teremos em torno de 80 % do resultado almejado. Após 12 semanas, o resultado será definitivo.

NÃO HÁ O RISCO DE “VOLTAR O PROBLEMA DO ABANO” APÓS A CIRURGIA?

Desde que devidamente conduzida a cirurgia, o resultado será definitivo. No entanto, existe uma pequena porcentagem dos casos em que pode ocorrer a recidiva do abano. Convém salientar que uma leve assimetria sempre ficará, pois, mesmo as pessoas não operadas e que tenham orelhas normais, não apresentam simetria absoluta.